Atualmente, a Fazenda, localizada no sul de Minas Gerais, é usada para a criação de gado de corte. A Fazenda pode ser usada tanto para produção de leite quanto para a criação de gado de corte a pasto ou em confinamento, suas terras são de ótima qualidade!

 


Área Total de 90 Hectares de terra, formada por pastagens de braquiária, campo, com ótima topografia para agropecuária.
Localizada próxima às cidades: Aiuruoca, Cruzília, Caxambu, São Tomé das Letras, Minduri (distancias aproximadas)
Distância da Fazenda ao asfalto: 8km
Distância da Fazenda à cidade de Aiuruoca (Cidade turística): 30km
Distância da Fazenda à cidade de Cruzília: 25 km
Distância da Fazenda à cidade de Caxambu: 35 km (asfalto)
Distância da Fazenda à cidade de São Tomé das Letras: (50km) (estrada de terra)
Distância da fazenda à cidade de Minduri: 25 km

Benfeitorias mais agregados da Fazenda.

  • Nascente de Água com abundância o ano todo
  • Sede da fazenda com casa de 3 quartos, lida vista aos finais de tarde, ótimo espaço para receber familiares e amigos.
  • 1 Casa de funcionário
  • Rancho para produção de leite com instalações de ordenhadeira rancho com estrutura para gado nelore
  • Garagens
  • Paiol
  • Chiqueiro
  • Luz na fazenda toda.
 
Confira as fotos da Fazenda, para ampliar a imagem basta clicar sobre.
         
         

CIDADE DE AIURUOCA

Nome de origem tupi, que significa casa dos papagaios, tem sua origem em princípios do séc. XVIII, quando um paulista de Taubaté, João Siqueira Afonso, atravessou a serra da Mantiqueira, descobriu as minas de Sumidouro e Guarapiranga e, impulsionado pela ambição, seguiu até a serra dos Papagaios. Fundou, por volta de 1706, o arraial de Aiuruoca, junto às minas de mesmo nome, atraindo exploradores portugueses e paulistas. A Vila de Aiuruoca, passou à categoria de cidade com seu território desmembrado de Baependi em 1868. Quando o ouro se esgotou, o povoado começou a se dedicar à criação de gado leiteiro e à agricultura. Tendo como pano de fundo a serra dos Papagaios, onde se encontra a estação ecológica de mesmo nome, Aiuruoca é uma cidade privilegiada pela beleza natural.

História

Quando Bento Pereira de Sousa Coutinho, escrevendo em 29 de julho de 1694 ao Governo-Geral do Brasil, referindo-se ao itinerário das bandeiras paulistas em Minas Gerais, falou do Rio Grande cujas cabeceiras estavam no penedo dos Juruocas (Papagaio de encontro vermelho). Era a primeira vez que o nome de Aiuruoca, então na sua primitiva forma, aparecia na história. Mas somente no início do século XVII seria realizada uma efetiva ocupação da terra. Foi então que João Siqueira Afonso, de Taubaté, transpôs a Serra da Mantiqueira e entrou no território mineiro. Descobriu em 1702 as minas do Sumidouro, 1704 as de Guarapiranga, atual Piranga; impulsionado pela sua ambição, seguiu pelo Rio Grande até a Serra do Papagaio, pouco adiante, fundando o arraial de Aiuruoca, junto às minas do mesmo nome, por volta do ano de 1706.

Como não podia deixar de acontecer, as notícias de ouro atraíram para a região inúmeros exploradores, paulistas e portugueses. Por volta de 1744 por ali passou também o paulista Simão da Cunha Gago que fez erigir uma capela dedicada à Nossa Senhora, conforme reza a lenda.

A agricultura da região já interessara, desde 1717, à coroa portuguesa, que para incentivá-la, passara a Dom Brás Baltazar da Silveira uma carta de sesmaria, sobre terras da região. A progressiva escassez do ouro veio torná-la uma necessidade à vida econômica da região. Alguns dos garimpeiros e faiscadores abandonaram a região, ao passo que outros ali se fixavam, então definitivamente, dedicados quer à agricultura, quer à criação do gado. Esta estrutura agropecuária da economia da região perdura ainda em nossos dias, observada evidentemente a existência de novas técnicas que o progresso introduziu nessa atividade.

Localização do Município

Com 707 km2, Aiuruoca está situada na Zona Sul do Estado de Minas Gerais. A sede, situada a 980 m da altitude, tem como coordenadas geográficas 21°58'30" de latitude sul e 44°36'10" de longitude W.Gr. Dista em rumo S.S.O. 239 km da capital do Estado e por rodovia dista 479. Apresenta as seguintes temperaturas médias: das máximas: 30°C, das mínimas: -3°C, compensada: 20°C. É de 2100 mm a precipitação pluviométrica anual. O ponto mais alto do município se encontra na Serra do Papagaio, no local denominado Retiro dos Pedros, e é denominado pico da Bandeira. Aiuruoca fica à 45 km de Caxambu, famosa estância hidromineral do Sul de Minas. É em Aiuruoca que se encontra o Bairro Matutu, um dos mais conhecidos lugares do município, que dista alguns km da cidade de Aiuruoca. Apesar do Bairro do Matutu ser o mais conhecido lugar, Aiuruoca reserva outros lugares ainda mais lindos que devem ser visitados e conhecidos, como o Retiro dos Pedros, Cachoeira dos Garcias, entre outros.

CIDADE DE CAXAMBU

A Cidade de Caxambu é uma das mais organizadas e procuradas no circuito. Oferece boa infraestrutura turística, com diversas opções de hospedagem. Seu parque das águas possui inúmeras atrações, destacando seu Balneário, suas fontes, seu lago e teleférico. Ali se concentram as visitações turísticas e em torno do parque e próximo dele estão as principais opções de hospedagem.
O comércio de doce, bebidas, artesanatos e outros produtos regionais constituem outra atração.
Muitas convenções acontecem na cidade, que se aproveitam de todas as atrações e facilidades que a cidade oferece. 
Estando hospedado em Caxambu é possível fazer uma visita à vizinha cidade de Baependi, distante somente 4 km, onde se localiza a Igreja construída por Nhá Chica e diversas cachoeiras.

Fundada em 1748, através de um povoado criado ao redor da construção da Capela de Nossa Senhora dos Remédios, localizada na antiga fazenda Caxambu.
Em 1814 foram descobertas as primeiras fontes, e a fama curativa de suas fontes logo se espalharam. Foi então elevada à categoria de vila, o que foi o princípio do desenvolvimento e fama do local. O fato que trouxe grande fama à cidade foi a visita da Princesa Isabel, que teria se curado de um problema de esterilidade através das águas de Caxambu (Saiba mais sobre essa história: clique aqui). 
Seu balneário foi construído no início do século passado, sendo uma bonita construção de  1912.
ORIGEM DO NOME: Tem origem no dialeto tupi, significando água que borbulha.

CIDADE DE CRUZÍLIA

Cruzília é o Berço dos Cavalos Mangalarga e Mangalarga Marchador. Vencedores de vários prêmios nacionais, o município conta com um dos melhores plantéis de cavalos da raça no Brasil, muitos deles em fazendas centenárias, carregadas de histórias e cultura local. No final do mês de Agosto acontece anualmente, no Complexo Humano da Ventania, a Copa de Marcha do Sul de Minas, uma das etapas mais importantes do calendário.Na pecuária, o município se destaca pela tradicional produção leiteira e de insumos agrícolas, como o milho e o feijão. A fabricação de queijos também tornou a cidade uma referência entre os queijos finos de alta qualidade, levando o município à liderança no Ranking Nacional dos melhores queijos do Brasil em 2009.A indústria moveleira merece destaque por sua alta capacidade e qualidade na produção de móveis sob medida para todo o Brasil, abastecendo principalmente Rio de Janeiro e São Paulo. Os artesãos produzem verdadeiras obras-primas, como é o caso da cadeira e altar em madeira usados por sua santidade o Papa Bento XVI em sua visita ao Brasil, em maio de 2007.

CIDADE DE SÃO THOMÉ DAS LETRASCRUZÍLIA

São Thomé das Letras está localizada no pico de uma montanha de pedra, incrustada na Serra da Mantiqueira, a 1.444 metros do nível do mar. O céu é muito azul e a cidade é envolvida por um vale intensamente verde, onde se escondem magníficas grutas, cachoeiras, cavernas sem fim e ladeiras onde os carros sobem sozinhos.

Vindo por Três Corações, acesso por estrada toda asfaltada, o branco prateado das pedras transformadas em alimento faz lembrar montanhas cobertas de neve. Vindo por Baependí, pelo Caminho Velho da Estrada Real, vislumbra-se o muro natural das pedras guardiãs, que faz lembrar a Cidade dos Incas.

A lenda que deu origem a toda a história da cidade de São Thomé das Letras aconteceu em uma gruta. “João Antão escravo da Fazenda Campo Alegre, cujo romance com a irmã de seu senhor, o Capitão João Francisco Junqueira, havia sido descoberto, cansado dos maus tratos, refugiou-se em uma gruta no alto da serra, onde passou a viver da pesca, frutos e raízes da região.
Um dia um senhor de vestes brancas apareceu para o escravo lhe entregando um bilhete e dizendo que, se ele o entregasse ao capitão, este o perdoaria.
Ao ler o bilhete, o Capitão lhe ordenou que o levasse até a gruta, onde encontraram uma imagem de São Tomé entalhada em madeira.
João Francisco, homem profundamente religioso recolheu a imagem e a levou para casa.A imagem sumiu e reapareceu na gruta por várias vezes.
Acreditando ser um milagre, o Capitão mandou erguer

uma capela no local, onde, em 1785, foi construída a Igreja Matriz, originando assim o povoado; dizem que o filho do Capitão, Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, título este concedido por D. Pedro II, foi sepultado debaixo do altar da igreja.

A igreja, construída em estilo barroco, abriga em sua nave principal a pintura do mestre Joaquim José da Natividade, altares em estilo rococó e várias imagens de madeira do século XVIII.
A origem do nome da cidade deve-se à aparição do santo e às inscrições rupestres encontradas na entrada da gruta que não se sabe terem sido feitas pelos índios cataguases antigos moradores da região ou se são palavras deixadas pelo santo.

As construções que caracterizam a cidade, feitas com as próprias pedras extraídas no local, cuidadosamente cortadas e empilhadas uma a uma, sem qualquer tipo de argamassa, oferecem segurança e firmeza, como as construções do século XVIII.
Com base na economia local, que é 60% oriunda da extração de pedras de quartzito, usadas no revestimento de casas, passeios, piscinas, e hoje exportadas para vários países da Europa, a cidade ficou conhecida como “cidade de pedra”.
As lendas, histórias e preceitos iniciáticos formam um clima esotérico na cidade, tornando-a conhecida como a cidade mística do Brasil, mas a vida dos seus moradores é bem simples, típica do interior de Minas.

Devido a esse estranho fascínio que a cidade exerce nas pessoas que a visitam, São Thomé das Letras vem, ao longo dos anos, desenvolvendo o turismo. Em 7 de março de 1996, recebeu o selo de potencial turístico, concedido pela EMBRATUR, passando a integrar oficialmente o rol das principais cidades turísticas do Sul de Minas, pertencendo também ao maior projeto turístico já realizado em Minas Gerais, a Estrada Real .

Hoje, a cidade conta com uma infra-estrutura capaz de receber bem o mais exigente turista. Restaurantes, pousadas, asfalto até a cidade, estação rodoviária, um excelente centro de eventos capaz de abrigar quase 18 mil pessoas e um amplo salão para festas e convenções.
Destacando-se pela beleza exótica de suas pedras, rica em cachoeiras, casarões antigos, mistérios, aparições, trilhas e montanhas, a cidade oferece muitas boas opções para você apreciar.

 

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